Engenharia

A engenharia que sustenta cada decisão

Doze capacidades de engenharia, cada uma explicada pelo problema que resolve, pela arquitetura e pelo caso onde aparece. Diagramas antes de listas de tecnologia.

Descrevemos o desenho. O que está em produção em cada cliente depende do case, e a evidência de cada um está marcada.

Arquitetura

Como contexto, modelos e agentes se organizam.

Arquiteturas multiagente

Exemplo ilustrativo
O problema
Um único agente generalista erra mais e é difícil de auditar.
Arquitetura
  1. Objetivo e política
  2. Planejador divide a tarefa
  3. Agentes especializados executam
  4. Camada de política valida
  5. Aprovação humana se preciso
Por que importa
Papéis claros tornam cada etapa testável e permitem limites por agente.
Onde aparece
Agentes no case RE/MAX

Roteamento de modelos

Arquitetura proposta
O problema
Nem toda tarefa precisa do modelo maior, e nem todo modelo serve a toda tarefa.
Arquitetura
  1. Tarefa e requisitos
  2. Classificação da dificuldade
  3. Escolha do modelo
  4. Verificação da saída
  5. Registro de custo e qualidade
Por que importa
Equilibra qualidade, custo e latência com uma regra explícita.
Onde aparece
Camada de inteligência

Busca semântica

Exemplo ilustrativo
O problema
Palavras-chave perdem o que as pessoas querem dizer.
Arquitetura
  1. Texto vira vetor
  2. Índice vetorial
  3. Busca por similaridade
  4. Filtro por restrições
  5. Ordenação por critérios
Por que importa
Encontra o que tem o mesmo significado, mesmo descrito com outras palavras.
Onde aparece
Recuperação semântica na RE/MAX

RAG (geração com recuperação)

Exemplo ilustrativo
O problema
Modelos não conhecem os dados da empresa e inventam quando falta contexto.
Arquitetura
  1. Consulta
  2. Representação semântica
  3. Recuperação de fontes
  4. Resposta com a fonte
  5. Avaliação de relevância
Por que importa
A resposta nasce de fontes verificáveis, e não de memória do modelo.
Onde aparece
Recuperação semântica na RE/MAX

Infraestrutura

Como a execução acontece de forma confiável.

Arquiteturas orientadas a eventos

Arquitetura proposta
O problema
Fluxos longos com várias etapas e sistemas perdem o fio sem um registro do que aconteceu.
Arquitetura
  1. Mudança de estado
  2. Evento registrado
  3. Assinantes reagem
  4. Estado reconstruível
  5. Auditoria
Por que importa
Todo passo vira evento, em ordem, e qualquer caso pode ser reconstruído.
Onde aparece
Registro de eventos no Subway

Máquinas de estados

Valores simulados
O problema
Processos como cobrança e crédito têm etapas e regras de transição.
Arquitetura
  1. Estados definidos
  2. Transições permitidas
  3. Guardas de política
  4. Ações por transição
  5. Estado absorvente
Por que importa
O sistema só faz o que a transição permite.
Onde aparece
Estados da cobrança

Execução distribuída

Arquitetura proposta
O problema
Muitos casos em paralelo, com falhas parciais e reenvios.
Arquitetura
  1. Fila de trabalho
  2. Execução em paralelo
  3. Idempotência
  4. Recuo exponencial
  5. Conclusão registrada
Por que importa
Reenvios não duplicam ações e a falha de uma instituição não trava as demais.
Onde aparece
Envio paralelo na Clave

Integrações

Como os agentes usam sistemas existentes.

MCP e integrações de ferramentas

Arquitetura proposta
O problema
Agentes só são úteis se alcançam os sistemas onde o trabalho acontece, com permissão.
Arquitetura
  1. Ferramenta descrita
  2. Permissão por finalidade
  3. Chamada pelo agente
  4. Resultado validado
  5. Rastro registrado
Por que importa
Um padrão de integração reduz código sob medida e mantém o controle de acesso.
Onde aparece
Agent OS

Segurança e governança

Como o sistema respeita limites e pessoas.

Segurança e controle de acesso

Arquitetura proposta
O problema
Dados pessoais e financeiros exigem acesso mínimo e finalidade definida.
Arquitetura
  1. Identidade
  2. Permissão mínima
  3. Finalidade registrada
  4. Acesso auditado
  5. Retenção limitada
Por que importa
Quem acessa o quê, e por quê, fica registrado e pode ser revisado.
Onde aparece
Governança na Clave

Governança com pessoas no ciclo

Valores simulados
O problema
Automação sem limites decide o que não devia.
Arquitetura
  1. Política define o limite
  2. Sistema executa dentro dele
  3. Exceção aparece
  4. Pessoa decide
  5. Decisão registrada
Por que importa
A autonomia tem arquitetura: o que passa do limite vai para quem tem alçada.
Onde aparece
Simulador de política

Avaliação

Como saber se o sistema continua certo.

Pipelines de avaliação

Arquitetura proposta
O problema
Sem medir, uma melhoria percebida pode ser uma piora silenciosa.
Arquitetura
  1. Conjunto de teste
  2. Execução do sistema
  3. Métricas por tarefa
  4. Comparação com a linha de base
  5. Decisão de liberar
Por que importa
Mudanças entram só quando a medida confirma.
Onde aparece
Pesquisa em avaliação

Observabilidade de IA

Arquitetura proposta
O problema
Modelos mudam de comportamento quando os dados mudam.
Arquitetura
  1. Rastros de execução
  2. Calibração
  3. Deriva dos dados
  4. Feedback humano
  5. Reavaliação do limiar
Por que importa
Três monitores (calibração, deriva e feedback humano) disparam a revisão do modelo.
Onde aparece
Observatory

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